| No dia 29/08, domingo, último dia do Fantasticon 2010, foi anunciado na Biblioteca Viriato Correa o vencedor do Concurso de Contos Fantasticon. Quem levou o kit de livros para casa foi Leandro Reis, com seu conto Matilha. Abaixo vocês podem conferir o conto vencedor. - Matilha - Meu primo estava ali, desolado. Sua expressão confusa me cortava a alma. Para piorar alguns parentes riam baixo ou conversavam sobre um tal “M”. Vez ou outra seus olhos cruzavam com os meus, mas sempre passavam por mim, descrentes que eu o observasse. Nunca fomos próximos e eu não desejava que isso mudasse. Um flash pareceu fotografar o momento em que o caixão começou a descer, em seguida o trovão anunciou uma chuva que nunca viria. Cumprimentei sua mãe com um abraço forte, bati no ombro de seu pai e me afastei. Com poucos passos me coloquei ao lado dele que, com desespero no olhar, me encarou. – Não posso te ver ou escutar… – sussurrei. – Mas sei que pode me ouvir, Henrique, vá até a capela e ore. Não se prenda aqui, ore pedindo que venham te buscar e logo eles virão. O resultado era óbvio. Ele colocou-se de pé, desesperado, despejando em meu ouvido palavras confusas que tinham uma só essência: Ajude-me. Mas eu não podia. Aquilo era tudo que poderia fazer. Todos os outros espíritos me encaravam, aguardando por uma reação, e, se eu a esboçasse, voltaria para casa junto de uma legião. - * * * - Sou Jason, um nome incomum no Brasil, mas que escolhi por não gostar do antigo. O motivo? Digamos que não gosto do Balão Mágico… Fora isto, você só precisa saber de uma coisa: Eu vejo espíritos desde os nove anos, aprendi um pouco de magia aos 15 e fiz disto meu modo de vida. Faço diversos serviços, psicografo mensagens e livros, ajudo a polícia e tento lidar com assombrações e seres sobrenaturais.Os relatos sobre um fenômeno apelidado de ‘M’ chamaram minha atenção. Os relatos haviam se espalhado rapidamente e valia a pena dar uma olhada. Logo que cheguei do enterro investiguei um pouco na web e já estava para deixar tudo de lado, imaginando ser uma brincadeira. Foi quando li um relato de aparecimento no Ibirapuera. Me chamou a atenção o local, pois tenho “amigos” por lá, e também o nome da vítima… Martha Argel. Uma bióloga… Esta combinação de nome e profissão não me era estranha. Mais curioso que um gato, decidi investigar. Muni-me de três maços de Malboro na primeira padaria que encontrei, acendi o primeiro de muitos e rumei para o parque. E não me venha dar lição de moral sobre meu vício, tem muito mais coisa matando por aí do que cigarro e nem por isso eu me tranco em casa. A noite ainda estava distante quando atravessei o portão 7 e sentei sob uma Figueira. Não precisei aguardar muito até que o Pedro viesse até mim. – Jason… Faz o que? Dois anos? – disse ele sem tirar as mãos do bolso. Um cara tímido, magro e alto, sem atributos que o destacassem. – Sim. Então você não é mais vigia aqui? – Larguei. – E o Carlos? – perguntei dando uma tragada. – Sei lá… Não gosto de lembrar disso… – Certo. – comentei sentindo um calafrio. – Eu encontro ele. Falou com seu amigo? – Sim. – respondeu ele sem me encarar. – Eles já conheciam o lance com o Carlos então aceitaram sem problemas. Você pode varar a noite aí. Só toma cuidado. – Sempre. – Vem, eu vou te apresentar pra eles. Conheci os amigos de Pedro e recebi carta branca para andar pelo parque durante a noite. Foram diversos os relatos de pessoas postas a correr pelo estranho fenômeno. O relatado era sempre o mesmo: um vulto rápido, do tamanho de um homem. Algo me dizia que aqueles eram os relatos reais e os restantes, vindos de fora do parque eram apenas zombaria. Busquei um banco já conhecido, próximo ao portão 8, me acomodei e, com um bom livro em mãos, pus-me a esperar o anoitecer. Entendam. Não é que todo fenômeno aconteça na ausência do sol, mas é quando diminuem nossa capacidade de visão que aguçamos os outros sentidos. Só por isso, após ouvir uma história de terror, você tem os calafrios na escuridão, ou aquela sensação de que alguém está atrás de você. Você aguça seus sentidos. Após as 22 horas, decidi sair para caminhar. Algumas pessoas ainda corriam no parque, mas não tardou para que todo movimento cessasse. Andei um bom trecho. Observei os gansos no lago. Chequei o relógio. Três da manhã, a famosa hora morta. Nada. Então minha espinha gelou e lágrimas saltaram de meus olhos. Cada pelo de meu corpo arrepiou-se. Puxei um cigarro do último maço e acendi com dificuldade. Olhei em volta. Traguei. Tornei a caminhar lentamente. Atento. As árvores agitaram-se e a temperatura caiu, porém, vento algum tocou meu rosto. Então ouvi. Foi como se meia dúzia de cães rosnassem em uníssono. De tão ameaçador, recuei um passo, voltando-me imediatamente para a origem do som. Ele estava lá. Respirei fundo e encarei a coisa, já imaginando do que se tratava. Era um vulto com uma longa cauda, quadrúpede e de corpo disforme, do qual emergiam cabeças de cães raivosos. Reconheci a coisa de imediato: uma Matilha. Cachorros… Nunca tive um bom relacionamento com esses bichos. – Vinde arcanjos. Protegei-me do mal. – recuei mais um passo e, felizmente, a criatura não se moveu. Não há muito o que fazer contra um espírito furioso. O ideal é se afastar e voltar outra hora. Mas contra uma Matilha… Bem, rezar parecia uma boa opção. Recuei mais um passo. O rosnado tenebroso diminuiu e, de repente, aquilo passou por mim e correu veloz até sumir na escuridão. – Por Deus… – acendi outro cigarro. Já ouvira falar de Matilhas antes, mas nunca ficara diante de uma. Era assustador. De qualquer modo tudo fazia sentido. A criatura, o histórico do parque, os relatos. As peças haviam se encaixado. Durante o dia, eu poderia resolver o problema e a Matilha não perturbaria mais ninguém. Se assim eu quisesse… - * * * - A porta se abriu após a terceira batida. Uma mulher de óculos, cabelos levemente ruivos e bengala, atendeu-me com um sorriso simpático. – Entre, por favor. – Agradeço o convite, mas não pretendo entrar, senhora Argel. – disse eu. – Como eu comentei antes, queria fazer algumas perguntas sobre o “M” e serei breve. Ela me encarou desconfiada, mas consentiu. – Sou um especialista em sobrenatural. Há muitos como eu por aí, mas acredito que você saiba disto. Eu fui até o parque do Ibirapuera e confrontei a Matilha… Olhos. Eles nunca mentem. Os dela revelaram um lampejo de ansiedade. Mas provando ser boa atriz fez cara de espanto. – O que? – Quando pesquisei sobre o parque vi diversos casos de agressão a animais. Envenenamento de cachorros inclusive. A mídia não publicou quase nada do real não é? Então alguém incomum decidiu prender os espíritos das criaturas ali. Silêncio. – Criar uma Matilha, uma mescla de espíritos hostis, pareceu uma boa idéia. Ele só atacaria quem tivesse a intenção de feri-los, ou aos seus semelhantes. Assim os animais que ali circulam não ficariam indefesos. Não é? – Não sei do que você está falando. – encerrou ela, fechando a porta. Sorri. – Sei que não foi você que a criou, Martha. Eu vim, pois estava curioso para descobrir por que a Matilha correria atrás de uma Bióloga com seu histórico… Silêncio. – De qualquer modo… – completei. – Eu não destruí a Matilha. Gostei do motivo que levou sua amiga a criá-la, por isso, deixarei que o “M” faça mais fama. Depois, terminarei o meu serviço. Nenhuma resposta. Preparei para partir quando a porta se abriu e ela me observou ainda mais desconfiada. Dava para ver o conflito em sua alma. Ela queria que a Matilha afugentasse quem entrasse ali com más intenções e talvez até machucá-los um pouco, mas também receava ferir o próximo. Era uma pessoa boa. – Ele não correu atrás de mim… – Então o que foi aquela declaração que deu aos jornais? – Eu tive que improvisar algo… Os vigias nos viram… brincando… – Brincando? – foi minha vez de ficar impressionado. E foi a vez dela sorrir. – Claro… Faz sentido. Foi um prazer conhecê-la. – Despedi-me. Como eu disse, sou mais curioso que um gato e minha curiosidade estava saciada. – Como você descobriu sobre a Therê? – Sua amiga? – olhei-a de soslaio. Olhos não mentem. Mesmo quando o corpo se cala e permanece imóvel. Então Therê Monteiro havia criado aquilo e agora investigava o fenômeno… Conveniente. – Não se preocupe. – tranqüilizei-a. – Eu já disse que gostei do que vocês fizeram. Terei uma conversa amistosa com sua amiga… Quem sabe não arrumo uma parceira? Afastei-me com passos lentos sem olhar para trás. Assim que deixei o prédio, acendi meu último cigarro e traguei com satisfação sem igual. A lua estava minguante e algumas nuvens tentavam encobrir o céu. Raras haviam sido as vezes em que eu vira alguém conjurar algo assim sem que fosse em benefício próprio. Conversar com a senhorita Monteiro seria fácil. Difícil seria convencê-la a trabalhar comigo. - ![]() |
|
Buscando ainda mais interação com seu publico participante a organização do Fantasticon criou o “Concurso Fantasticon de Contos de Literatura Fantástica”. Se você busca uma oportunidade de mostrar o seu talento para a escrita de contos fantásticos, prepare o seu editor de textos, vasculhe suas ideias e envie o seu conto para nós. O tema do concurso é o estranho “M” que está tirando o sono de muita gente na cidade de São Paulo. Leia o regulamento com atenção, procure pelos relatos e notícias referentes ao “M” e qualquer dúvida entre em contato conosco.
… … … … … … … … … … … Regulamento “Concurso Fantasticon de Contos de Literatura Fantástica” As inscrições para o concurso de contos do Fantasticon 2010 começam no dia 04/08/2010 e terminam no dia 25/08/2010, não havendo possibilidade de prorrogação, devido a proximidade com a data do evento. Os contos deverão ser inspirados no misterioso personagem “M” que teve diversas aparições relatadas na cidade de São Paulo e imediações. Os relatos sobre esse estranho personagem e informações reunidas até agora estão sendo postados pela jornalista Therê Monteiro no site oficial do Fantasticon (http://fantasticon.com.br). REGRAS
5. Os contos submetidos a avaliação NÃO poderão: (a) causar danos materiais e/ou danos morais a terceiros; (b) conter dados ou informações que constituam ou possam constituir crime (ou contravenção penal), ou que possam ser entendidos como incitação à prática de crimes (ou contravenção penal); (c) constituir ofensa à liberdade de crença; (d) revestir-se de conteúdo que implique discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional ou regional; (e) implicar violação de norma legal; (f) ter a intenção de divulgar produto ou serviço ou qualquer finalidade comercial; (g) fazer propaganda eleitoral ou divulgar opinião favorável ou contrária partido político; (h) ter sido produzido por terceiros. 6. Somente serão aceitas inscrições que preencham todas as condições necessárias, realizadas dentro do período estabelecido no item 4, supra, e através do procedimento previsto neste regulamento. Os dados fornecidos pelo participante, no momento de sua inscrição, deverão ser corretos, claros e precisos. É de total responsabilidade do participante a veracidade dos dados fornecidos. 7. Cada autor pode enviar quantos contos desejar, mas apenas UM será selecionado e escolhido como vencedor do concurso; 8. Os contos deverão ser redigidos em arquivo com extensão .doc, nele constando o título da obra e nome (ou pseudônimo) do autor. O corpo do texto deverá ter no máximo 8.500 caracteres (com espaço), escritos em fonte Arial , tamanho 10; 9. O arquivo contendo o conto deverá ser encaminhado por e-mail para o endereço contato@tiagocastro.com.br 10. No corpo do e-mail o autor deve especificar quais arquivos está enviando em anexo, o nome da obra (ou obras) inscritas, nome do autor, endereço completo, telefone e e-mail para contato; 11. A falta de qualquer uma das informações descritas no ítem anterior acarretará na não aceitação da inscrição do autor e seu conto para o concurso; 12. É vedada a utilização de trechos ou totalidade de obras já publicadas. Uma vez constatada a utilização, o conto será desclassificado; 13. Os contos serão analisados por uma Comissão Julgadora, composta por pessoas de notório saber, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis; 14. A avaliação dos contos será realizada com base nos seguintes critérios: (a) Adequação aos gêneros de que trata o item 2; (b) Originalidade; (c) Imaginação e criatividade; (d) Qualidade técnica e correção gramatical; (e) (outros) 16. A premiação do concurso consistirá no recebimento de um kit de livros de Literatura Fantástica que será entregue no dia do evento ou pelos Correios (mas apenas após o evento); 17. A divulgação do resultado será realizada durante o evento Fantasticon 2010 no dia 29/08, Domingo 18. A entrega dos prêmios far-se-á, na data do evento, se o vencedor estiver presente ou via correio, no prazo de 60 dias seguintes a data da divulgação; 19. No caso de fraude comprovada, o vencedor será excluído automaticamente do concurso e a organização do evento terá o direito de premiar o participante subseqüente, conforme ranking de colocados definido pela Comissão Julgadora; 20. Os prêmios são pessoais e intransferíveis. Em hipótese alguma, os vencedores poderão trocar os prêmios ou recebê-los em dinheiro; 21. A inscrição no concurso implicará, sem ônus para a organização do evento: (a) A autorização, por tempo indeterminado, do uso, pelo site oficial do evento, do nome e imagem do participante em filmes, vídeos, fotos, anúncios e sites de divulgação do evento e das edições posteriores do evento; (b) A autorização para publicação da obra no site oficial do evento; (c) Eventuais dúvidas relacionadas a este concurso e seu regulamento podem ser esclarecidas através do e-mail contato@tiagocastro.com.br 22. A organização do evento reserva-se o direito: (a) De alterar qualquer item deste regulamento, bem como interromper ou cancelar o concurso, se necessário for, por meio de comunicação através do site oficial. Se os participantes inscritos não concordarem com os termos alterados, poderão cancelar a inscrição de participação no concurso, a fim de se liberarem das obrigações ora assumidas; 23. A participação neste concurso cultural não gerará ao participante e/ou contemplado nenhum outro direito que não esteja expressamente previsto neste regulamento; 24. Os casos omissos serão resolvidos pela organização do evento Fantasticon 2010. ………………………………………… Comunidade oficial no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=91391252 Comunidade na rede O Livreiro: Contatos - e-mail: contato@tiagocastro.com.br |
| Olá pessoal,
Após meu último post aqui no site do Fantasticon recebi diversos e-mails e mensagens no twitter falando sobre M. Vejam só, alguns relatos são de arrepiar. Abaixo vocês podem conferir os três últimos que recebi. … … … # “Para aquele lugar eu não volto, não mesmo. Entrei em pânico, não sabia o que fazer. Não lembro se fui atacada ou se desmaiei de tanto medo, só me lembro de ter acordado próximo ao meu carro com algumas pessoas a minha volta tentando me reanimar. Não sei bem o que vi, mas parecia um fantasma … isso, acho que era um fantasma.” (Samara Medeiros, 26 anos, referindo-se ao seu encontro com “M” no parque Trianon em SP) . # “Tentei seguir aquela coisa, mas era rápida demais. Não consegui descobrir se corria apenas com as pernas ou se usava os longos braços como ajuda. Que estranho. A mídia o chama de M., porque será? É um mistério mesmo.” (Roger Tavares, 23 anos, avistou M. circulando nas proximidades do metrô Vila Mariana, de madrugada) . # “Cara, o que era aquilo? Demais! Nunca vi um lobisomem na minha vida, mas aquilo era um lobisomem, com certeza era. O que? Estão achando que eu sou louca? Vocês vão ver, logo ele vai aparecer de novo, aí sim vocês verão um lobisomem de verdade!” (Camila G. Castilho, 17 anos, via e-mail) … … … É isso aí pessoal, continuem mandando seus relatos. Vamos descobrir logo quem é esse M e o que ele quer. Ah, e não esqueça de mandar sua teoria para o nome “M”. Porque será que o chamam assim? Bjos! Therê Monteiro |
Olá pessoal, meu nome é Therê Monteiro, nasci em Mongaguá, mas trabalho em São Paulo como jornalista e tradutora. Sou grande fã de literatura fantástica e uma curiosa sobre assuntos sobrenaturais.
Há algumas semanas comecei uma investigação particular para descobrir mais informações sobre um estranho ser que apareceu em São Paulo. Alguns relatos são bem assustadores, outros não dizem muita coisa. A mídia ainda não está dando muita atenção para o caso, mas logo vocês verão muitas notícias sobre esse ser por aí. Por enquanto ele está sendo chamado de “M”.
O pessoal bacana do evento Fantasticon disponibilizou um espaço aqui no site oficial para que eu possa postar alguns relatos que recebi e também manter todos atualizados dos passos do estranho M. Eu argumentei que muitos dos que frequentam este site são experts nesses assuntos sobrenaturais e fantásticos, sendo o lugar perfeito para reunir mais informações.
O relato abaixo é da escritora Martha Argel, que, por sinal, foi uma das primeiras a relatar sobre o tal M. Ela enviou essa foto para o Silvio Alexandre, organizador do Fantasticon, que prontamente me encaminhou:
… … …
![]()
“Olha, o cartaz que você mandou é meio assustador, e parece muito com uma foto que eu tirei com o celular, uns dias atrás no parque do Ibirapuera. Não saiu legal, porque eu tava muito assustada, e tive que sair correndo quando essa… coisa veio atrás de mim.
Ainda bem que encontrei dois guardas do parque, fazendo a ronda. Eles me contaram que foi muita sorte eu escapar desse ser, que começou a atacar os frequentadores faz umas duas semanas. Os dois, porém, não chegaram a um acordo sobre o que ele é. Um deles disse que é o Olho Seco, que ataca as pessoas e tenta arrancar os olhos delas, para colocar em suas órbitas vazias e tentar enxergar de novo. Já o outro disse que é o Tira-Dedo, e me perguntou se cheguei a reparar num colar de dedos humanos que o ser usa ao redor do pescoço. Mas eu lá vi? Só queria correr pra longe dele!
Bom, espero que alguém tenha uma explicação sobre esse avantesma.” (Martha Argel, escritora e bióloga)
… … …
Qualquer notícia, foto ou relato de um possível encontro com esse estranho, vocês podem encaminhar para o meu e-mail. Também deixo aqui meu twitter para que possamos conversar mais sobre o assunto.
Valeu pessoal.
Therê Monteiro
theremonteiro@gmail.com
http://twitter.com/theremonteiro